Arrancou hoje em Albufeira, Cidade Europeia do Desporto 2026, a fase final do Campeonato da Europa de Sub-22 Masculinos, onde estão aqueles que serão os jogadores do futuro, alguns dos quais já com provas mais do que dadas nos escalões de seniores dos oito países de proveniência das melhores seleções europeias.
Bulgária e Itália, apontadas como duas grandes candidatas à vitória no Europeu, abriram as hostilidades. Num jogo grande da Pool II em que muitos apostavam como uma possível final, os búlgaros dominaram nos momentos iniciais, mas paulatinamente os italianos mostraram por que razão foram campeões europeus em 2022 e vice-campeões em 2024, nas duas primeiras edições da prova. Por seu turno, França, campeã em título, e Chéquia mediram forças e os gauleses só conseguiram vencer no quinto set.
Na Pool I, Portugal e Polónia deram um verdadeiro espetáculo gerador das mais variadas emoções. Ao público pareceu que Portugal teve o jogo na mão para conseguir os três pontos, mas a vitória dos polacos no quarto set deu-lhes a dose necessária de motivação e confiança para entrarem de rompante no quinto set, comandando sempre as operações. Israel e Ucrânia mostraram argumentos suficientes para lutarem de igual para igual com qualquer equipa, embora os israelitas se tenham mostrado mais disciplinados no seguimento da estratégia delineada e mais fortes nas ações ofensivas.
Um verdadeiro braço-de-ferro
Pool I
Portugal x Polónia, 2-3 (23-25, 25-21, 25-18, 22-25 e 12-15)
1.º Set
Duas equipas bem distintas. A Polónia, com jogadores altíssimos, a apostar na potência dos seus ataques e na solidez da sua muralha defensiva; Portugal, com um bom jogo defensivo, a tentar fazer a diferença no serviço e com combinações no ataque.
Os portugueses rubricaram o ponto inicial, mas depois viram o seu adversário afastar-se (4-2). Sem nunca baixarem as mãos, foram fazendo o seu jogo de paciência, logrando a igualdade aos 8 pontos, com um bloco de Diogo Almeida/Tomás Teixeira.
Novamente a amplitude ofensiva dos homens de leste a prevalecer e a Polónia a afastar-se (16-13), com dois pontos de Tomás Teixeira, no ataque e no bloco, a reaproximarem prontamente Portugal (16-15).
Um serviço direto do distribuidor Diogo Almeida manteve Portugal colado à Polónia (18-17). Portugal resistia e tentava não perder terreno. A perder por 20-23 e 21-24, Portugal lutou até ao fim, mas a Polónia tinha o pássaro na mão e não o iria deixar fugir. 25-23 foi o resultado final, rubricado no ataque por Michal Grabek.
2.º Set
Início equilibrado, mas com um serviço de Tomás Teixeira a dar, pela primeira vez, a vantagem de dois pontos a uma equipa (5-3).
O equilíbrio não desapareceu, era mesmo palpável que o braço-de-ferro entre as duas equipas afetava o público, que foi ao rubro quando o distribuidor Diogo Almeida enganou o bloco adversário com um ataque ao segundo toque (8-8).
Um serviço de Ricardo Pedrosa manteve Portugal na frente (12-11). Novo serviço, este de Tiago Silva, e um bloco de Ricardo Pedrosa, afastaram um pouco Portugal (16-13) e obrigaram o treinador polaco a reunir-se com os seus jogadores.
O bom momento de Portugal traduzia-se em pontos (19-16). Tomás Teixeira continuava a ser o artilheiro de serviço (20-17).
A perder por 18-22, a Polónia reagiu, aproximando-se com perigo, mas a seleção orientada por João Franco resistiu e fixou o resultado em 25-21.
3.º Set
Início equilibrado, mas com a Polónia a beneficiar de um serviço de Wojciech Dudzik e de um bloco triplo para se afastar (7-4).
Um bloco de Diogo Almeida reaproximou os lusitanos (7-6), que chegaram à igualdade com um ataque de Tomás Teixeira (8-8).
O braço-de-ferro prolongou-se no tempo (15-15). Com um bloco triplo, Portugal passou para a liderança. E um ataque do capitão Manuel Catarino afastou ainda mais as hostes lusitanas (18-15).
Diogo Almeida, com um serviço, e Tiago Silva, com um bloco, empolgaram o público (21-16). Dois ataques de Pedro Abecasis selaram o resultado num desnivelado 25-18.
4.º Set
Portugal entrou com determinação, com Manuel Catarino a a atacar para linha dos três metros. Dois pontos rubricados por Michal Grabek no bloco e no ataque deram o comando do marcador à Polónia (8-6).
Impulsionados pelo público, os portugueses ajustaram a tática, variando as combinações de ataque e chegaram à igualdade (10-10). A vencer por 19-16, a França viu Portugal crescer (19-19), com um serviço de Diogo Almeida.
Dois pontos, ano ataque e no bloco, de Wojciech Dudzik deram a liderança, na reta final do set (22-21), aos polacos, que acabariam por chegar à vitória com um serviço direto de Michal Grabek: 25-22.
5.º Set
Moralizados com a forma como tinham conseguido a vitória no parcial anterior, os polacos entram no quinto e derradeiro set determinados e com grande agressividade no serviço (4-1).
O bloco português já apresentava algumas brechas e a objetividade e poder de decisão nos momentos decisivos já não eram os melhores e os polacos foram controlando as vantagens (6-10, 8-11) até aos decisivos 15-12.
Tomás Teixeira, com 22 pontos, cotou-se como o melhor pontuador, seguido do polaco Wojciech Dudzik, com 19. Destaque ainda para Diogo Almeida, com 11 pontos (5 de blocos), distribuidor que é filho do treinador Manuel Almeida e da antiga internacional Filipa Duarte. Ver estatística AQUI
Piotr Graban, treinador da Polónia, estava feliz pela vitória mas contido nos festejos:
“Gostei deste ambiente, claro, e também da equipa de Portugal. Eles lutaram mesmo por cada bola, estavam muito bem preparados, bem posicionados em todas as posições, não tinham pontos fracos e foi por isso que tivemos tantas dificuldades e jogámos cinco sets. Vencemos nós, mas temos de lhes dar os parabéns para eles também, porque fizeram um trabalho incrível.
Acho que, como sempre, a equipa italiana e a equipa francesa são provavelmente das melhores, mas neste torneio não há equipas fracas. Estão aqui as oito melhores equipas da Europa e deu para ver que até este jogo foi de um nível muito elevado — talvez não em termos de voleibol puro, mas ao nível da emoção foi de certeza. E às vezes é assim, o primeiro jogo não é perfeito, mas vamos ver os próximos dias. No entanto, se tivesse de apontar um favorito, seria a Itália e a França.”
João Franco, treinador da equipa da casa, salientou:
“Estivemos bem ao longo do jogo, mas fomos baixando na parte técnica do bloco. A estratégia até se manteve, mas faltou alguma eficácia. Mas temos que dar os parabéns porque eles foram exemplares em quase toda a estratégia.
Não tivemos foi discernimento para as alturas decisivas, ali no quarto e quinto set, para fazer pontos de diferença de bola alta em que estávamos a ter os pontos a maior parte do tempo. É pena. Para eles isto significa uma quebra anímica e temos que recuperar já porque amanhã temos um jogo duro contra Israel, que tem muita qualidade.
Apesar de o nível que esta fase final apresenta ser muito alto, acredito que podemos passar às meias-finais.”
França x Chéquia, 3-2 (16-35, 25-22, 22-25, 25-17 e 15-8)
1.º Set
O jogo da noite mostrou o equilíbrio dos anteriores, exceção feita ao set inaugural. A Chéquia entrou bem melhor do que a teoricamente favorita França, sobrepondo-se no ataque, sobretudo através do seu capitão, Matej Pastrnak, autor de quatro pontos no primeiro parcial.
Paulatinamente, os checos foram fazendo o necessário para deixar para trás uma completamente desarticulada equipa francesa, sem recursos que fizessem a diferença nos momentos complicados e o resultado acabou por traduzir isso num desnivelado 25-16.
2.º Set
Os checos voltaram a entrar melhor (3-0), mas os gauleses, agora mais eficazes nas ações ofensivas, recuperaram terreno e chegaram mesmo à igualdade (4-4), equilibrando a contenda, e passando a liderar o marcador, com um serviço direto de Adelin Nowaczyk (8-6).
Não tardou que a Chéquia voltasse à carga e recuperasse a liderança (13-11). Contudo, à entrada para a reta final, a igualdade pontual permanecia (19-19). Um bloco do gigante Joris Seddik, um central de 2,07 metros, deu vantagem aos gauleses (21-19).
Um bloco de Jakub Svoboda equilibrou novamente as forças (22-22), mas um serviço de Joris Seddik colocou a França a um ponto de distância da vitória, que acabou por surgir na jogada seguinte; 25-22.
3.º Set
O terceiro set foi-se desenrolando ponto a ponto, com igualdades atrás de igualdades até aos 13 pontos. Depois, a Chéquia ganhou uma vantagem de dois pontos, que tratou de manter ao longo do set, chegando mesmo a aumentá-la (19-16).
Contudo, quando estava a um ponto do fecho (24-20), viu o seu adversário aproximar-se, e o capitão Matej Pastrnak foi obrigado de puxar pelos galões e selar o resultado com um ataque indefensável: 25-22.
4.º Set
A França entrou melhor (2-0, 4-2), mas a Chéquia igualou com um serviço de Vaclav Seidl. A França fez algumas alterações no seu seis e, a partir o 7-6, passou a comandar sempre a marcha do marcador (18-14). Um serviço direto de Noa Duflos-Rossi e um ataque desperdiçado pelos checos ditou nova vitória dos franceses: 25-17.
5.º Set
O decisivo set começou sob o signo dos serviços falhados, o que evidenciava já o cansaço dos jogadores. Apesar disso, o equilíbrio mantinha-se (4-4) e ninguém queria ceder. Um ataque de Joévin Wa-Bala deu uma vantagem de dois pontos (6-4), que os gauleses procuraram rentabilizar.
Um ataque de Noa Duflos-Rossi fez mossas no moral dos checos (8-4). E os franceses só pararam na marcha triunfal: 15-9, depois de dois pontos de Joévin Wa-Bala.
O checo Václav Seidl, com 20 pontos, e o francês Joris Seddik, com 16, foram os melhores pontuadores do jogo. Ver estatística AQUI
No final, Slimane Belmadi, treinador da França, considerou:
“O que acabou por fazer a diferença neste jogo foi o facto de termos conseguido aumentar a qualidade do nosso serviço, colocando mais dificuldades à organização do jogo do nosso adversário. Cometemos muito menos erros. No início, começámos a falhar muitos serviços, por isso não conseguimos funcionar com o nosso sistema de bloco-defesa e, mesmo assim, tivemos boas recepções, por isso foi uma pena.
Assim que melhorámos a qualidade do serviço, passámos a ter oportunidades para defender e para contra-atacar. Ainda nos falta um bocado de defesa, ainda nos faltam algumas coisas, mas também acho que há muitas equipas fortes. É um bocado complicado apontar um favorito, Acho que há mesmo muitas, muitas equipas favoritas, mesmo aquelas que não consideraríamos favoritas ao início, como por exemplo Portugal, fizeram um excelente jogo e provaram que conseguem travar qualquer um. Portanto, acho que não há propriamente favoritos que se possam dar ao luxo de relaxar. Há três equipas que jogaram bem hoje.
Nós temos de subir o nosso nível de jogo se quisermos fazer parte dos favoritos. De momento, ainda não fazemos parte, isso não.”
Israel x Ucrânia, 3-0 (25-19, 25-22 e 25-20)
Mostrando-se mais sólida na defesa alta e poderosa nas ações ofensivas – sobretudo por intermédio do oposto Mark Rura e do zona 4 Shay Liberman, dois jogadores que atuam na seleção sénior –, a equipa israelita entrou a vencer (4-1). Melhorando a receção e o seu jogo defensivo, a Ucrânia ainda recuperou terreno e igualou aos 8 pontos, com um bloco de Eduard Shteryk, mas Israel respondeu à altura, com um bloco que lhe permitiu afastar-se novamente (11-8).
E seria com mais um bloco, este de Nikita Maron, que os israelitas selariam o triunfo no primeiro parcial com o resultado de 25-19.
No segundo set, a Ucrânia só a espaços conseguiu mostrar algum equilíbrio. Começou a lutar pela vitória a partir do último terço do parcial (16-15, 17-17, 19-19), este último com um serviço direto do capitão Denys Dehtiar, e passou para a frente pela primeira vez com outro «ás», este de Yevhenii Boiko. Contudo, o técnico Noam Katz reuniu com os seus jogadores e a vitória acabou por surgir, com naturalidade, aos 25-22.
O terceiro seria a confirmação da supremacia de Israel, mais forte e mais eficaz nas ações ofensivas. Depois do ponto inaugural ter caído para a Ucrânia, Israel esteve sempre à frente no marcador. Os ucranianos aproximaram-se com dois serviços diretos de Maksym Tonkonoh (15-14).
Os israelitas não acusaram o golpe e controlaram o jogo até aos 25-20 finais, selando o resultado com uma bola colocada de Shay Lieberman, o melhor pontuador do jogo, com 19 pontos. Eduard Shteryk, com 10 pontos, foi o ucraniano mais concretizador. Ver estatística AQUI
No final, Noam Katz, treinador de Israel, salientou:
“O que me agradou mais neste jogo foi o facto de termos permanecido unidos como uma equipa durante todo o tempo. Apesar de termos passado por momentos difíceis – permitimos que os nossos adversários recuperassem no segundo e no terceiro sets depois de estarmos em vantagem –, mantivemo-nos unidos como uma equipa, acreditámos na nossa força e pusemos em prática a tática que tínhamos planeado.
Uma vitória é uma vitória. Não olho para as outras equipas. Olho para a minha equipa e acho que temos de continuar a lutar o tempo todo. Só estão oito equipas neste torneio. Todas as equipas são boas. Por isso, temos de acreditar na nossa força e lutar até ao fim.”
Jogo do dia: Choque de titãs
Pool 2
Bulgária x Itália, 0-3 (26-28, 22-25 e 20-25)
1.º Set
A Bulgária entrou bem no jogo, fez o ponto inicial e aumentou a contagem com um serviço direto e um ataque de Erik Georgiev (4-1).
Aleksandar Nikolov manteve a distância (10-6). A Bulgária dominava as operações na rede, onde era bem visível Dimitar Peychivov (2,13 metros de altura) enquanto a Itália, quando se conseguia aproximar, desperdiçava no ataque e no serviço a hipótese de se colar ao seu opositor.
Quem não tem cão, caça com gato, costuma dizer-se e a Itália acabaria por se aproximar perigosamente (16-17) com dois blocos duplos e falhar a igualdade com mais um serviço desperdiçado e um erro no ataque (19-16).
Nova reação dos transalpinos, mais agressivos no ataque e nova aproximação, seguida da igualdade, a primeira desde o apito inicial (20-20) e mais um serviço e outro ataque falhados a desperdiçaram a oportunidade de passarem para a frente pela primeira vez.
Um serviço de Marco Fredici voltou a colar as equipas (22-22), mas o zona 4 italiano falharia o assalto à liderança do marcador. Nova igualdade aos 24-24, agora com um erro clamoroso dos búlgaros.
A Bulgária cedia sob pressão e demorava a fixar o resultado e disso se aproveitou a Itália, que passou para liderança pela primeira vez aos 27-26 e fixou o triunfo logo depois com mais um erro dos búlgaros, um dos muitos cometidos nos derradeiros pontos: 28-26.
2.º Set
Passado o susto inicial, a Itália começou a jogar com maior desenvoltura, mais solta, exalando confiança e entrou como um aríete no segundo parcial (3-0, 9-3).
A reação dos búlgaros, impulsionada por dois serviços de Erik Georgiev e um de Zhasmin Velichkov equilibrou pela primeira vez a contenda (13-11).
O posto Diego Frascio, imparável no ataque, estancou finalmente hemorragia pontual dos transalpinos (14-12).
Um serviço direto de Mati Pardo (21-18) fez tocar o alarme entre os búlgaros, que pararam o jogo, mas o central italiano voltou a assinar novo «ás» (22-18).
A vencer por 24-20, os italianos não ganharam para o susto, mas acabaram por selar o resultado com 25-22 e Diego Frascio assinar o seu 12.º ponto no jogo.
3.º Set
Este foi um set em que os treinadores de ambas as equipas aproveitaram para fazer alterações nas suas hostes. A Bulgária começou melhor (5-4) e chegou a haver um aparente equilíbrio (9-9). Contudo, a partir daí, a Itália tomou em mãos as rédeas do jogo (11-9).
Um serviço direto de Manuel Zlatanov acabou com as réstias de esperança dos búlgaros (20-13). A Bulgária ainda reagiu (18-22), mas era tarde demais e o resultado final acabou por espelhar a superioridade da Itália: 25-20.
No final, Vincenzo Fanizza mostrou-se feliz com a vitória mas recusou favoritismos, preferindo aludir ao alto nível do Europeu:
“O primeiro jogo é sempre um momento de muita tensão, e os dois primeiros sets demonstraram-no bem – especialmente o primeiro, onde estivemos a perder, mas fomos competentes e conseguimos dar a volta.
Há muitos que consideram a Itália a grande favorita, mas, na minha opinião, não somos absolutamente nada favoritos. Há muitas seleções fortes neste torneio, como a França, a Ucrânia, a Polónia e até a própria Bulgária, que tem uma grande equipa. Somos vários os candidatos que podem fazer um bom papel e praticar um bom voleibol neste belíssimo Campeonato da Europa de Sub-22.”
Os italianos Diego Frascio, com 17 pontos, e Manuel Zlatanov, com 13, foram os melhores pontuadores do jogo, enquanto Zhasmin Velichkov, com 11, foi o búlgaro mais concretizador. Ver estatística AQUI
Albufeira, Cidade Europeia do Desporto 2026, está transformada no epicentro do voleibol jovem continental. Até ao dia 4 de julho, as oito melhores seleções da Europa discutem a terceira edição do EuroVolleyU22M.
Na segunda edição do Europeu Sub-22, em 2024, nos Países Baixos, os portugueses alcançaram um notável 5.º lugar. Agora, e a jogar perante o público algarvio, a equipa técnica liderada por João Franco sabe que o apoio do público será determinante.
Os jogos de Portugal serão transmitidos em direto na RTP2, com a Volei TV a transmitir os restantes jogos até às meias-finais, altura em que poderão ser seguidos nos meios multimédia da CEV,
Estrutura da competição e o caminho das medalhas
Portugal integra o Grupo I, juntamente com a Polónia, Israel e a forte seleção da Ucrânia. No Grupo II, competem a França (atual campeã em título), Itália, Bulgária e Chéquia.
O modelo de competição não dá margem para erros: as seleções jogam entre si na fase de grupos (sistema de round-robin), avançando apenas as duas melhores de cada agrupamento para as meias-finais cruzadas. Os vencedores disputarão a Medalha de Ouro, enquanto os vencidos lutarão pelo Bronze.