O Relatório e Contas da Gerência do Ano de 2025 da Federação Portuguesa de Voleibol foi hoje aprovado por unanimidade dos presentes em Assembleia Geral Ordinária realizada no Auditório Fernando Jorge de Araújo Barros, na sede federativa, no Porto, e por videoconferência.
O ano de 2025 marcou a consolidação do Voleibol português no cenário internacional e trouxe êxitos notáveis a nível interno, com as seleções nacionais a garantirem presença assídua nas competições de elite.
Se 2024 foi o ano das qualificações, 2025 foi o ano da afirmação competitiva, com a Seleção Nacional de Seniores Masculinos a protagonizar uma campanha histórica no Campeonato do Mundo, posicionando-se entre a elite global.
O sucesso estendeu-se ao sector feminino, que viu o regresso do título nacional ao SL Benfica após meio século, e à arbitragem, com os seus quadros a brilharem nas maiores competições da FIVB e da CEV.
O ano de 2025 ficará também registado nos anais do desporto português como o momento em que o voleibol de praia nacional se afirmou definitivamente na elite mundial, combinando sucessos desportivos com uma capacidade organizacional de excelência.
O grande motor desta afirmação foi a dupla João Pedrosa e Hugo Campos, que viveu uma temporada de sonho ao atingir o nono lugar no Campeonato do Mundo realizado em Adelaide, na Austrália.
No plano doméstico, Pedrosa e Campos reafirmaram a sua supremacia ao sagrarem-se tetracampeões nacionais no Estádio de Praia, em Matosinhos, no âmbito das celebrações da Cidade Europeia do Desporto 2025.
A Federação Portuguesa de Voleibol voltou a demonstrar o seu peso internacional ao organizar a Taça das Nações (CEV Beach Nations Cup) na icónica Praia da Baía, em Espinho. Esta competição de “país contra país” foi um sucesso retumbante, culminando com a vitória da Noruega em masculinos e da Alemanha em femininos. As atletas germânicas, lideradas pelas campeãs europeias Svenja Müller e Cinja Tillmann, bateram a Ucrânia na final, enquanto Portugal terminou com um honroso quinto lugar em ambos os setores, confirmando a competitividade das nossas seleções.