Para o sector da arbitragem, o ano de 2022 terminou em grande actividade com a realização, ao longo dos dois últimos meses, da Formação de Formadores de Arbitragem, de uma acção de formação para novos formadores e de reciclagem para os actuais formadores, organizado pelo Conselho de Arbitragem da Federação Portuguesa de Voleibol (CA FPV).
Numa primeira parte comum, realizada online, seguiu-se a componente presencial – no Auditório da Farmácia da Liga, em Vila Nova de Gaia –, exclusivamente para os novos candidatos, que teve um sucesso assinalável, reconhecida principalmente pelos formandos na avaliação final realizada.
Avelino Azevedo, Presidente do Conselho de Arbitragem da FPV, fez o balanço:
“Este era um dos objectivos para este mandato, para melhorarmos o trabalho de formação de árbitros em todas as regiões, regiões autónomas da Madeira e dos Açores incluídas. Desde 2018 que temos vindo a testar e a implementar uma nova forma de abordar os cursos de árbitros, principalmente os de nível I, tendo introduzido algumas alterações iniciais no regulamento de formação. Esta formação presencial, que teve o Hélio Ormonde como Director e formador principal, foi o pontapé de saída não só para o rejuvenescimento do corpo de preletores, como para uma ação mais eficaz e pedagógica junto de todos os nossos árbitros, melhorando assim a imagem do nosso Voleibol.”
Quanto aos próximos passos, não parece haver dúvidas.
“Agora, e em coordenação com o Departamento de Formação, vamos não só trabalhar nas diversas áreas da formação, com uma supervisão e monitorização do trabalho que está planeado, como finalizar a revisão regulamentar. E para colmatar a falta de árbitros, iniciámos já esta temporada um trabalho conjunto com a Coordenação Nacional do Desporto Escolar, que vai permitir aos nosso jovens não só ficarem a efectivamente conhecer melhor as regras do Voleibol, como poderem fazer, se assim o entenderem, a passagem para a arbitragem no desporto federado. Temos muitas expectativas em relação a esta parceria, que já existia, mas não era devidamente aproveitada, coordenada e supervisionada, pelo que os resultados ficavam sempre aquém das expectativas“, concluiu.
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